Histórico

O Instituto dos Magistrados do Brasil foi fundado em 15 de março de 1979 por um grupo de juízes da 1ª Instância no Rio de Janeiro, que tinha como ideal uma Instituição que pudesse ser um fórum de debates e de cultura, pugnando por manter inalterável o prestígio do Poder Judiciário, a autoridade de seus membros e difundir o amor e respeito à Justiça e ao Direito.

O núcleo inicial do IMB contou com a participação dos magistrados Alberto Craveiro de Almeida, Antônio de Oliveira Tavares Paes, Eduardo Mayr, Eduardo Sócrates Castanheira Sarmento e Luiz de Souza Gouvêa, reunindo-se a princípio, em uma sala cedida graciosamente pelos segundo e quinto nominados, na Av. Rio Branco, nº 156, sala 3327, no Centro do Rio de Janeiro.

Os seus fundadores imaginavam constituir um Instituto que pudesse ser um fórum de debates e de cultura, escolhendo como lema de trabalho "O IMB será o que seus associados fizerem dele", afirmação que persiste até hoje e diz bem da democracia e participação que pretendiam imprimir.

Nos debates preliminares, que depois se consolidaram no Estatuto Social, cuidou-se de destacar o caráter associativo da nova Instituição, que se propunha a trabalhar em permanente colaboração com as associações de classe dos Magistrados, especialmente no que diz respeito ao apoio e à gama de serviços que seriam colocados à disposição dos associados, inclusive com a publicação de obras e trabalhos jurídicos.

O primeiro presidente do IMB foi o Magistrado Eduardo Mayr, sendo sucedido por Geraldo Magela Martins da Rocha, Eduardo Sócrates Castanheiro Sarmento, Cármine Antônio Savino Filho, Maria Inês da Penha Gaspar, Pedro José Alexandre Arruda Pinto de França, Jorge Uchôa de Mendonça, Bernardino Machado Leituga, Roberto Guimarães, Fabio Dutra. O atual presidente do IMB é o Desembargador Peterson Barroso Simão.

É certo que não faltaram mãos operosas para o trabalho. Alyrio Cavalieri há que ser destacado por seu incondicional e inexcedível entusiasmo, sendo o primeiro sócio honorário do IMB, certo que foi graças à sua boa vontade, que se conseguiu parte da sala onde funcionou o Instituto, cedida pela Associação dos Juízes e Curadores de Menores. 

Em pouco tempo o IMB se consolidou. Durante todos esses anos, o Instituto promoveu inúmeros encontros culturais, realizou congressos, seminários, debates e cursos com temas jurídicos, participou do lançamento de diversas publicações como o livro Direito Concreto, uma coletânea de sentenças de primeiro grau de magistrados associados, hoje já no décimo segundo volume, além de dois volumes do livro de poesias A Toga e a Lira. Instituiu concursos e prêmios, organizou exposições e intercâmbios internacionais com o objetivo de estimular o aperfeiçoamento de seus associados, entre outras ações.

O IMB edita a Revista In Verbis, veículo oficial de comunicação do Instituto, distribuído nacionalmente para os Magistrados e entidades culturais.

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