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Desembargador Antônio Izaías lança livro de crônicas na Biblioteca da Emerj

Fonte: IMB / Foto: Arquivo IMB
Data: 04/12/2017


Membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária (Comemo), órgão ligado à Presidência do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), o desembargador Antônio Izaías da Costa Abreu, vem se dedicando com mais empenho a pesquisas sobre a história do Poder Judiciário desde que se aposentou. Porém, não é de hoje o seu interesse em publicar sobre o valor histórico de personagens, locais e acontecimentos marcantes da Justiça fluminense, sonho que realiza agora com a publicação do livro de crônicas “O que vi e ouvi”.

Paralelamente à carreira na magistratura, o desembargador Antônio Izaías sempre se dedicou a pesquisas históricas e, especialmente após a sua aposentadoria, à história do Judiciário. Dentre alguns dos seus trabalhos literários e documentários cinematográficos, estão: “O linguajar do marginalizado” (1983), “Quilombos em Petrópolis” (1988), “A morte de Koeler, a tragédia que abalou Petrópolis” (1992), “Municípios e Topônimos Fluminenses” (1994), “Julio Frederico Koeler – O Arquiteto” (1996), “Palácios e Fóruns do Estado do Rio de Janeiro” (2006), “O Judiciário fluminense – período republicano” (2007) e “O Judiciário Fluminense e suas Comarcas – capital e interior” (2008); “Ruínas de Macacu e do Convento São Boaventura – VHF” (1988), “O Quilombo de Paty do Alferes – VHF” (1988), “O Retorno da Princesa – DVD” (2010) e “Convento de São Boaventura – Macacu - DVD” (2011).

O lançamento de sua mais nova obra nesta terça, dia 5, tem o apoio do TJRJ, da Emerj e da COP, através dos desembargadores Milton Fernandes de Souza (Presidente do Tribunal) e Ricardo Rodrigues Cardozo (Diretor-geral da Emerj) e do Dr. Alexis M. Cavichini T. de Siqueira (Diretor da COP).

Perfil

Natural de Bom Jesus do Itabopoana (RJ), onde nasceu a 5 de março de 1932, o desembargador Antônio Izaías fez os primeiros estudos na terra natal e o ginasial e técnico de contabilidade no colégio Bittencourt (Itaperuna/RJ). O curso científico, no Colégio de Pádua em Santo Antonio de Pádua (RJ).

Formado em direito pela Universidade Católica de Petrópolis em 1964, atuou como Professor na mesma universidade no período de 1974 a 1991, ministrando as matérias de Direito Civil e Penal.

Tornou-se magistrado por concurso público de provas e títulos do Estado do Rio de Janeiro, com ingresso em 28 de junho de 1972. Juiz de direito, nas comarcas de Laje do Muriaé, Itaperuna, Campos dos Goytacazes, Niterói, Petrópolis e comarca da capital do Rio de Janeiro, onde ocupou a titularidade da 23ª Vara Criminal. Juiz auxiliar da Corregedoria de Justiça no biênio 1985/1986.

Ingressou no Tribunal de Alçada Criminal (Tacrim), em 1988, sendo promovido para o Egrégio Tribunal de Justiça em 15 de abril de 1997, onde teve assento e ocupou a presidência da 8ª Câmara Criminal, aposentando-se por força do dispositivo constitucional do limite de idade, em 2 de março de 2002.

Membro das seguintes entidades culturais: Sócio Honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais “Casa de João Pinheiro”; Instituto Histórico de Petrópolis; Academia Petropolitana de Letras; Academia Petropolitana de Educação; Academia Petropolitana de Letras Jurídicas; Academia Bonjesuense de Letras; Instituto de Letras e Artes Dr. José Ronaldo do Canto Cyrillo; Academia Paduana de Letras; Artes e Ciências; Academia Itaocarense de Letras; Associação dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro; Société Internationale de Prophylaxie Criminelle (Paris, França). Membro e Consultor Jurídico da Associação Cultural do Arquivo Nacional (Acan) e membro da Comissão Permanente de Preservação da Memória Judiciária – Museu da Justiça. Agraciado com inúmeros títulos e comendas.

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